Drama com Daniel Day-Lewis, suspense com Emma Thompson e filme de Bradley Cooper: as estreias e os filmes em cartaz
O carnaval ficou para trás, e, para curar a ressaca da folia, nada melhor do que se jogar numa boa sessão de cinema. A boa notícia é que tem lançamento quentinho chegando às telonas. Um exemplo é "Anêmona", longa que marca a estreia na direção do filho de Daniel Day-Lewis e também o retorno do ator às telas, após ter anunciado sua aposentadoria. Já quem precisa de um susto para voltar à rotina pode conferir duas novidades: o terror "Para sempre medo", do diretor de "Longlegs", e o suspense "O frio da morte", estrelado por Emma Thompson. Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta quinta-feira (19) e os que seguem em cartaz.'O agente secreto', 'Marty Supreme', 'Hamnet' e mais: leia todas as críticas dos filmes indicados a OscarVeja a lista completa: 'Vingadores', 'A odisseia', 'O diabo veste Prada 2' e mais: 26 filmes mais esperados de 2026As estreias da semana (19 a 25 de fevereiro)'Anêmona'Daniel Day-Lewis interrompeu a aposentadoria que anunciou em 2017 para ser o protagonista do filme de estreia de seu filho, Ronan Day-Lewis, como diretor. É muito bom para o cinema ter o ator de volta, e, como sempre, Daniel, além de ter escrito o roteiro com o filho, entrega uma interpretação visceral que vai encantar o espectador. Mas o projeto em si sofre nos quesitos ritmo e concisão dramatúrgica, com um resultado irregular. A trama acompanha Ray (Daniel Day-Lewis), ex-soldado problemático que vive isolado nas florestas do norte da Inglaterra e se reconecta com seu irmão, Jem (Sean Bean), para confrontar traumas familiares e um luto antigo — e com isso explorar os laços complexos e profundos que existem entre irmãos, pais e filhos. Bonequinho olha: leia a crítica completa.'O frio da morte’Emma Thompson interpreta uma pescadora viúva que fica presa em uma nevasca perto de um lago em Minnesota. Ao procurar abrigo, acaba encontrando uma jovem mantida em cativeiro em uma cabana isolada. Dirigido por Brian Kirk.'Isso ainda está de pé?'Bradley Cooper mostra, em “Isso ainda está de pé?”, o momento de separação do casal formado por Alex (Will Arnett) e Tess (Laura Dern) e como a relação entre eles se desenvolve depois dessa decisão. Não confere, porém, destaque semelhante a ambos. Mesmo abordando a insatisfação de Tess, uma atleta no passado, Cooper prioriza a desestabilização de Alex. O personagem descobre algum talento para o stand-up comedy no imediato instante em que sobe ao palco para relatar, com humor, a difícil fase que atravessa. Um feito surpreendente, mas não restrito ao plano da ficção. A inspiração veio de uma vida real: a do comediante John Bishop. Bonequinho olha: leia a crítica. ‘Para sempre medo’Neste terror, Malcolm (Rossif Sutherland) e Liz (Tatiana Maslany) viajam para uma cabana isolada para uma celebração romântica. Quando ele precisa voltar para a cidade, forças sombrias se revelam. Direção de Osgood Perkins (“Longlegs”).'The moment'Filmada no estilo “falso documentário”, essa comédia estrelada e coescrita pela cantora Charli XCX é uma sátira sobre uma estrela pop que se prepara para sua turnê de estreia. Direção de Aidan Zamiri, com participações de Alexander Skarsgård e Kylie Jenner.Initial plugin textExtra‘O cinema anticolonial de Sarah Maldoror’. Pioneira na história dos cinemas africano e de mulheres, a francesa Sara h Maldoror é homenageada na mostra do CCBB. A sessão de abertura, com “Sambizanga” (hoje, às 17h30), premiado no Festival de Berlim em 1972, sobre a resistência angolana contra a polícia secreta portuguesa, terá participação da filha da cineasta, Henda Ducados. A programação completa está disponível no site do CCBB. Gratuito. Até 16 de março.‘Corpos em revolta: o underground na França e Alemanha’. A mostra ocupa o Estação Net Rio a partir de terça, com oito produções francesas e alemães da cena experimental de baixo orçamento dos anos 1970 e 80, no contexto da contracultura e do pós-guerra. Na abertura, “Wundkanal” (18h40), de Thomas Harlan, documentário com pitadas de ficção. Até 28 de fevereiro.Cena de “Meu amigo Totoro” (1988), um dos primeiros filmes do japonês a repercutir no OcidenteDivulgaçãoGhibli Fest. Segunda edição da mostra estúdio japonês de animação volta aos cinemas, com sete filmes inéditos, além de sete títulos que fizeram sucesso no ano passado. Na abertura, “As Memórias de Marnie” (quinta, às 15h), exibido pela primeira vez no festival, seguido de três sucessos de público: “O serviço de entregas da Kiki” (17h05), “Meu amigo Totoro” (19h10) e “O castelo animado” (21h). Até 4 de março.Tânia Maria em cena de "O agente secreto"Divulgação / Victor Jucá‘Os melhores filmes do ano’. No esquenta para o Oscar, a mostra realizada pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro na Caixa Cultural dá ao público a chance de assistir aos filmes indicados na telona. Todas as sessões são seguidas de um bate-papo com críticos, e a programação inclui homenagens a personalidades do cinema que morreram em 2025, mesas de debate e um cruso de crítica. Nos últimos dias, a programação inclui "Butch Cassidy" (sex, às 17h), "Utopia e Barbárie" (sáb, às 14h30) e "O agente secreto" (dom, às 14h). R$ 10. Até domingo.Initial plugin textFilmes que seguem em cartaz'O agente secreto'Novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura — ambos premiados em Cannes —, e forte candidato a indicações ao Oscar. O thriller sobre um professor que foge de São Paulo para Pernambuco trata de preservação da memória, busca pela verdade e a vida sob paranoia e opressão, temas que se conectam a obras anteriores do diretor. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.Wagner Moura em 'O agente secreto'Divulgação‘Alerta apocalipse’Joe Keery (“Stranger things”) e Georgina Campbell estrelam o longa de ação como dois funcionários de uma empresa de autoarmazenamento que, durante um turno noturno, descobrem que o local escondia um laboratório militar secreto. Quando um fungo altamente contagioso escapa, um ex-agente de bioterrorismo (Liam Neeson) se junta à dupla para conter a ameaça. Direção de Jonny Campbell'Avatar: fogo e cinzas'O terceiro capítulo da franquia de James Cameron que revolucionou o universo dos efeitos especiais no cinema acompanha a família de Jake (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) após a perda do filho mais velho, enquanto enfrentam o Povo das Cinzas, que controla o fogo e é conhecido pela violência e sede de poder.‘Bob Esponja: em busca da calça quadrada’Na nova animação, o morador mais otimista da Fenda do Biquíni enfrenta o fantasma do pirata Holandês Voador em uma aventura pelas profundezas do oceano.'Bugonia'Assinado pelo cineasta grego Yorgos Lanthimos, “Bugonia” é um remake de “Salve o planeta verde!” (2003), do sul-coreano Jang Joon-hwan. Além do enredo, os filmes têm elementos em comum, como o destaque destinado ao corpo, alvo de feridas e mutilações, e a transição da história, do humor pastelão para a atmosfera macabra. Estrelado por Emma Stone e Jesse Plemons, exibido no Festival de Veneza e na Mostra de São Paulo. Classificação: 18 anos. Bonequinho olha: leia a crítica.Emma Stone em "Bugonia"Divulgação'Caminhos do crime' Chris Hemsworth interpreta um ladrão de joias que planeja seu último e mais ousado golpe, até cruzar o caminho de uma corretora de seguros desiludida (Halle Berry). Ao trabalharem juntos, os dois passam a ser perseguidos por um detetive implacável (Mark Ruffalo). Dirigido por Bart Layton.'Davi – Nasce um rei'Animação musical americana mostra como um jovem pastor de ovelhas se tornou o rei de uma nação. Dirigido por Phil Cunninghan e Brent Dawes.‘(Des)controle’Carolina Dieckmmann interpreta Kátia Klein, uma escritora bem-sucedida que vê a vida sair do eixo diante das pressões da carreira, do casamento, dos filhos e dos pais. Sóbria há 15 anos e em busca de alívio, passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total. Dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, com Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache e Daniel Filho no elenco.‘Destruição final 2’Gerard Butler e Morena Baccarin estrelam a sequência da franquia, que acompanha uma família sobrevivente ao impacto de um cometa que dizimou parte da Terra. Fora do refúgio, eles embarcam em uma travessia perigosa por uma Europa congelada. Direção de Ric Roman Waugh.'O diário da Pilar na Amazônia'Baseado na série de livros infantis de Flávia Lins e Silva, o filme acompanha Pilar (Lina Flor), uma menina que viaja para a Amazônia com uma rede mágica herdada pelo avô e se junta à ribeirinha Maiara e a seres folclóricos para ajudar a comunidade e impedir o desmatamento. Com direção de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put.'Dois procuradores'O ucraniano Sergei Loznitsa é conhecido por um olhar bastante crítico a regimes totalitários como o soviético e à ofensiva russa sobre a Ucrânia, construindo uma sólida carreira como documentarista (“Maidan”, “State Funeral”) e diretor de ficção. A ação se passa em 1937, durante o auge da chamada era do “Grande Terror” do regime stalinista na União Soviética, e acompanha Kornev, um promotor jovem e idealista, disposto a investigar uma denúncia de tortura cometida pela NKVD (a polícia secreta de Stalin) contra um prisioneiro político. Na cela, o velho bolchevique o alerta sobre a suposta presença de contrarrevolucionários dentro da NKVD, e Kornev vai a Moscou levar a denúncia até o poderoso procurador geral. O que acontece a partir de então é reflexo do alto custo que a busca pela verdade cobra nas entranhas do regime. Bonequinho aplaude: leia a crítica.'Dois procuradores', do ucraniano Sergei LoznitsaDivulgação‘A empregada’A história apresenta Millie (Sidney Sweeney), que, tentando fugir do passado misterioso, aceita ser empregada na casa dos ricos Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). O que começa como o emprego dos sonhos logo se transforma num jogo sexy e sedutor de segredos envolvendo o trio. Bonequinho olha: leia a crítica completa.‘Foi apenas um acidente’Palma de Ouro no Festival de Cannes, “Foi apenas um acidente” não é um filme sobre vingança como tem sido descrito por aí. A vingança é o pano de fundo, mas o que importa na história é a construção de uma paranoia comum em regimes totalitários, sobretudo um que seu diretor, o cineasta Jafar Panahi, conhece muito bem e por qual já foi condenado à prisão mais de uma vez (a última, aliás, nesta semana): a teocracia iraniana. Apesar de toda a dramaticidade do enredo, “Foi apenas um acidente” guia sua história com uma certa leveza e até humor negro. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.Cena de "Foi apenas um acidente"Divulgação'Hamnet: A vida antes de Hamlet'O filme de Chloé Zhao é, em suma, sobre a gênese e o poder da criação artística. A trama se passa no fim do século XVI, mostrando o início da vida familiar dos Shakespeare: William (interpretado por Paul Mescal), Agnes (Jessie Buckley) e os gêmeos Hamnet (Jacobi Jupe) e Judith (Olivia Lynes). Agnes tem um papel maior na história porque fica longos períodos em casa com as crianças, enquanto o marido vai frequentemente a Londres para se tornar o dramaturgo mais famoso de todos os tempos. Até que Hamnet adoece e morre, deixando uma profunda dor na mãe. É nesse período de luto que a excepcional interpretação de Jessie Buckley mais se destaca, passando de uma mulher alegre para alguém desesperada por um pesar aparentemente insolúvel. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica.Paul Mescal em cena de "Hamnet: A vida antes de Hamlet"Divulgação'Marty Supreme'Dirigido por Josh Safdie e levemente baseado na vida do americano Marty Reisman (1930-2012), o filme se passa na década de 1950. O protagonista é um jovem que ganha algum dinheiro em apostas e exibições de seu talento no tênis de mesa, ao mesmo tempo em que tenta se firmar em competições internacionais como atleta. O esporte, no entanto, é um aspecto menos relevante. A proposta é mostrar como um indivíduo é consumido por sua própria vaidade. No papel de Marty, Timothée Chalamet faz jus à fama que ostenta como um dos principais rostos de uma nova geração de atores americanos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. Timothée Chalamet em cena de 'Marty Supreme', filme que lhe valeu o Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia ou MusicalDivulgação'Me ame com ternura'Protagonistas de tragédias gregas, como Antígona e Medeia, seguem suas determinações, por mais radicais que sejam, sem qualquer submissão às leis instituídas para a coletividade. Já Clémence (Vicky Krieps) – personagem principal de “Me ame com ternura”, de Anna Cazenave Cambet – vivencia situação oposta. No decorrer da projeção, ela se vê cada vez mais impotente diante da injusta estrutura de funcionamento do sistema. O sofrimento de Clémence começa logo depois de contar ao ex-marido, Laurent (Antoine Reinartz), que está se relacionando com mulheres. A partir daí, Laurent passa a afastá-la do filho, Paul (Viggo Ferreira-Redier), ainda criança. O esforço de Clémence para retomar o convívio se estende ao longo do tempo. Há momentos em que consegue, mas novos períodos de distanciamento se impõem e o contato se fragiliza até o final dolorosamente realista. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'O morro dos ventos uivantes'A diretora e roteirista Emerald Fennell (do insosso “Bela vingança”, 2020) deve ter se inspirado mais na canção de Kate Bush “Wuthering Heights” (1978), do que no clássico “O morro dos ventos uivantes”, escrito por Emily Brontë em 1847. Com a pretensão de entregar algo novo, Fennell acabou sucumbindo a suas próprias aspirações, resultando num filme tedioso e equivocado. Nas mãos da cineasta, a trama narra a intensa e trágica paixão entre Heathcliff (Jacob Elordi), um órfão adotado, e Catherine Earnshaw (Margot Robbie), sua irmã de criação. A relação é marcada por um amor obsessivo que ultrapassa os limites da moralidade. Fennel explora vingança, ciúme e ódio alterando várias passagens da obra. Já foram feitas mais de 35 adaptações para cinema e TV do livro, e essa consegue ser uma das piores. Bonequinho dorme: leia a crítica completa.Jacob Elordi e Margot Robbie em cena de "O morro dos ventos uivantesDivulgação / Warner Bros. Pictures'ORWELL: 2+2=5'O título do documentário é perfeito por passar a mensagem central da obra do escritor britânico George Orwell e que seguiu ecoando mesmo depois de sua morte, em 1950. Para o mundo que Orwell sempre criticou em livros como “1984” e “Revolução dos bichos”, a verdade é o que querem que você acredite ser verdade. Dirigido pelo haitiano Raoul Peck (o mesmo do ótimo “Eu não sou seu negro”, de 2016). Bonequinho aplaude: leia a crítica.‘O primata’Neste terror dirigido por Johannes Roberts, a universitária Lucy (Johnny Sequoyah) aproveita a ausência dos pais durante as férias para dar uma festa em casa. Durante o evento, o chimpanzé de estimação da jovem, Ben, surge agressivo e irreconhecível, forçando os amigos a procurarem formas de sobreviver.'Rob1n: Inteligência assassina' Neste terror cibernético, um especialista em robótica transforma o luto pela morte do filho de 11 anos na criação de um boneco inteligente, mas possessivo, desencadeando uma série de acontecimentos aterrorizantes. Dirigido por Lawrence Fowler, com Ethan Taylor e Simon Davies. 'A sapatona galáctica' Na animação australiana criada por Emma Hough Hobbs e Leela Varghese, uma princesa espacial deixa para trás a vida protegida e embarca em uma missão para salvar sua ex-namorada caçadora de recompensas de aliens “brancos e héteros”. ‘Socorro!’Nesse terror com toque cômico do diretor Sam Raimi, Rachel McAdams e Dylan O'Brien interpretam dois colegas de trabalho rivais que sofrem um acidente de avião durante uma viagem profissional e se tornam os únicos sobreviventes. A relação dos dois é levada ao extremo enquanto se veem obrigados a conviver como náufragos em uma ilha deserta.Initial plugin text‘Se eu tivesse pernas, eu te chutaria’Há várias coisas que merecem destaque no longa, misto de drama e comédia com pitadas de terror que se debruça sobre o fardo chamado maternidade. O desempenho visceral de Rose Byrne como Linda, a mãe, esposa e profissional assoberbada de tarefas, problemas e limitações pessoais, talvez seja sua qualidade mais óbvia — não por acaso, em atuação premiada em Berlim. Bonequinho olha: leia a crítica completa.‘Se eu tivesse pernas, eu te chutaria’Divulgação‘O som da morte’Um grupo de estudantes encontra um apito asteca amaldiçoado: ao assoprá-lo, o objeto emite um som aterrorizante que revela como cada um irá morrer. Com Dafne Keen e Sophie Nélisse, dirigido por Corin Hardy.‘Tom & Jerry: uma aventura no museu’O gato e o rato mais amados da animação estão de volta. Dessa vez, Jerry invade uma exposição no museu e tenta fugir de Tom, que trabalha como segurança do local. Na confusão, eles acabam sendo transportados no tempo. Do diretor e roteirista Gang Zhang.'Um cabra bom de bola' Na animação, uma cabra sonhadora recebe a chance única de se juntar a um time profissional de roarball — esporte dominado pelos animais mais rápidos e ferozes do mundo. Direção de Tyree Dillihay.'A única saída'Na trama, Man-su (Lee Byung-hun) é um funcionário da indústria de papel que perde o emprego e o posto de provedor da família, confortavelmente instalada em uma “casa de revista”. Apequenado pela nova condição, ele tenta se reinserir no setor em crise e se depara com candidatos tão ou mais qualificados que ele pleiteando a mesma vaga. A solução? Eliminar a concorrência... eliminando os concorrentes. O diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”, “Sede de sangue”) está à vontade em seu terreno, a violência estetizada com humor perturbado. Bonequinho aplaude: leia a crítica.'Valor sentimental'A premissa do longa-metragem do diretor norueguês Joachim Trier, um dos filmes mais celebrados do ano, é usar o cinema como metáfora para uma relação familiar. Os protagonistas são Nora (vivida pela sempre talentosa Renate Reinsve), atriz que convive com frustrações pessoais e profissionais; e Gustav (o também brilhante Stellan Skarsgård), um cineasta de sucesso internacional que se prepara para fazer um novo filme. Nesse caso, não é exatamente um filme qualquer: fica muito evidente logo para os espectadores que Gustav quer usar o cinema para enfrentar seus fantasmas do passado e se entender com Nora. Bonequinho olha: leia a crítica."Valor sentimental" é protagonizado por Stellan Skarsgård e Renate ReinsveDivulgação'A voz de Hind Rajab'Qualquer reflexão sobre “A voz de Hind Rajab” começa, se desenvolve e termina no uso do áudio real de uma criança palestina de 5 anos, moradora de Gaza, extraído de uma conversa por telefone com socorristas do Crescente Vermelho — organização humanitária equivalente à Cruz Vermelha, só que para países majoritariamente muçulmanos. É nesse áudio que está a força do filme da diretora tunisiana Kaouther Ben Hania. É ele que tem feito o público sair profundamente impactado das salas de cinema. O cinema recente de Ben Hania, portanto, se constrói justamente nesse vaivém sobre uma linha — imaginária, tênue ou talvez inexistente — entre realidade e ficção. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'Você só precisa matar' Na animação japonesa, uma invasão alienígena dizima a humanidade. Presa em um loop temporal, a jovem Rita revive o mesmo dia e morre repetidamente, enquanto se transforma em uma guerreira. 'Yes'Nesta co-produção israelense, francesa e alemã, um músico de jazz falido (Ariel Bronz) enfrenta um dilmea quando acaba encarregado de compor o novo hino nacional, com versos extremistas sobre a devastação em Gaza. Dirigido por Nadav Lapid.'Zootopia 2'A sequência da animação da acompanha a coelha Judy e a raposa Nick em uma nova investigação para prender Gary, uma serpente misteriosa. Dirigido por Jared Bush (“Encanto”) e Byron Howard (“Bolt – o supercão”).Initial plugin text
2026-02-19 06:30:58