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Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em processo por dependência de menores
A Meta alcançou um acordo histórico com vários estados dos Estados Unidos, aos quais pagará 16,7 bilhões de dólares (86 bilhões de reais) para encerrar um processo em que é acusada de favorecer a dependência de menores de idade nas redes sociais. O grupo, proprietário do Facebook e Instagram, também concordou em fazer mudanças importantes, com limitações ao acesso dos jovens aos seus produtos, segundo um documento divulgado nesta quarta-feira (26) e que ainda precisa ser validado por um juiz federal de Oakland (Califórnia). "A Meta concordou em fazer mudanças significativas que reduzirão o risco de danos causados por suas plataformas, e fará isso dentro de alguns meses", disse o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, em um comunicado. Segundo Bonta, o resultado será "mudança real, verdadeira transparência e proteção garantida para as crianças". A Meta concordou em impedir que adolescentes usassem seus aplicativos à noite e em impor um limite diário de duas horas de uso cumulativo. A empresa foi acusada de projetar suas plataformas deliberadamente para atrair usuários jovens, enganar o público sobre os riscos e coletar ilegalmente dados de crianças menores de 13 anos. Com mais de 3 bilhões de usuários em todo o mundo, a Meta enfrentou acusações de uma coalizão de 29 estados de que violou leis federais e estaduais. Se a Meta tivesse perdido o caso, poderia ter enfrentado multas de aproximadamente 200 bilhões de dólares (cerca de 1 trilhão de reais). "A Meta Platforms Inc. e os procuradores-gerais estaduais discutiram um possível acordo" extrajudicial, informou a Bloomberg na terça-feira, citando fontes anônimas familiarizadas com o caso. O processo foi aberto em um tribunal em Oakland, cidade vizinha de San Francisco. O anúncio ocorre uma semana após o início deste julgamento de grande repercussão, que se soma a outros dois casos semelhantes nos quais a Meta já foi condenada, em Santa Fe (Novo México) e Los Angeles (Califórnia). Diversos processos ainda estão em andamento nos Estados Unidos, movidos por jovens usuários que acusam a Meta de causar dependência nas redes sociais e agravar transtornos psicológicos e comportamentais. AFP
2026-08-26 15:07:24

LA REINSTITUCIONLIZACION Y SU NARRATIVA
César Pérez Vivas .- En los últimos días, un coro de voceros políticos, analistas y comunicadores ha intentado venderles a los venezolanos una vieja narrativa: que la salvación institucional del país pasa por negociar espacios secundarios con el régimen totalitario de Daisy Rodríguez. Asistimos, una vez más, a una película repetida. La única variable nueva es el rol de Estados Unidos detrás del telón. Sin embargo, quienes conocemos el historial del oficialismo sabemos que el objetivo real de sus 16 procesos de negociación anteriores jamás ha sido democratizar el país, sino un fin mucho más pragmático: ganar tiempo. El empeño de la cúpula usurpadora por desconocer los mandatos de los artículos 5, 233 y 234 de la Constitución responde a una lógica de supervivencia. En Venezuela, el diseño histórico y constitucional concentra un poder inmenso en la presidencia de la República, al unificar la Jefatura del Estado y la Jefatura del Gobierno. En manos de un proyecto estructuralmente autoritario, este diseño se convierte en un arma letal. Así fue como Hugo Chávez y Nicolás Maduro consolidaron una dictadura criminal que destruyó la República. Por ello, resulta alarmante que sectores de la oposición caigan de nuevo en la táctica oficialista de dilatar los plazos, que apuesta a la desaparición o reducción de la presión geopolítica internacional y a las dinámicas político internas de los Estados Unidos. Recientemente se ha pretendido "alejar el mingo" de la verdadera solución con propuestas distractoras. Nos anuncian, por ejemplo, un proceso de reinstitucionalización centrado en la designación de un nuevo Tribunal Supremo de Justicia (TSJ). Para quienes creemos en el Estado de derecho y la separación de poderes, un sistema judicial independiente es la columna vertebral de la democracia. Pero en un régimen autocrático que retiene el monopolio de las armas y las finanzas públicas, un TSJ excelso o negociado bajo un reparto de cuotas políticas no es una garantía de cambio. Al contrario: en el momento en que la presión internacional ceda, el Ejecutivo usará la fuerza para desconocerlo. Esa historia ya la vivimos. En 2015, la sociedad democrática conquistó una mayoría calificada de dos tercios en la Asamblea Nacional. Quienes conocemos la Constitución y entendemos algo de políticos sabemos la importancia, en términos de sus competencias, de un parlamento democrático con tamaña mayoría. ¿El resultado? Nicolás Maduro clausuró fácticamente el Parlamento usando los tribunales y las armas; la presidencia jamás acató una sola decisión legislativa. Lo mismo ocurrirá con un nuevo TSJ si la cúpula usurpadora se mantiene en el control del poder ejecutivo. O con cualquier amago de elecciones parlamentarias, regionales o locales. Recuerden los “padrinos” y “protectores@ enviados desde Miraflores para intervenir los gobiernos regionales y locales. Desconocer sentencias, arrinconar magistrados o destituir poderes incómodos sigue siendo la opción preferida de quienes hoy detentan el poder. Mientras el tiempo transcurre y el interinato se prolonga, los riesgos de atornillar la estructura dictatorial se elevan. La reciente propuesta del Ingeniero Enrique Márquez —quien sugiere priorizar elecciones sindicales y gremiales en sintonía con la agenda de resistencia promovida por José Luis Rodríguez Zapatero para postergar los comicios de fondo— es otra piedra en el camino que revela nítidamente lo que se trae entre manos el rodrigato. Nadie duda de la importancia de los gremios, de la justicia o de reformar el modelo constitucional. Pero todo tiene su momento. En esta hora de una Venezuela angustiada, deprimida y arruinada, la prioridad absoluta e impostergable debe ser el cambio en el Poder Ejecutivo Nacional, que es desde donde se toman las decisiones que más impactan la vida de los ciudadanos. Por eso, desde los movimientos políticos democráticos debemos rescatar el espíritu esencial del acuerdo de Panamá. Insistiremos hasta la afonía: la primacía política y jurídica de la nación es fijar un cronograma electoral definitivo con una meta clara: la fecha de la elección presidencial. Lunes 24 de agosto del 2026
2026-08-25 13:22:08

Ucrânia recebe aliados europeus em momento de intensificação dos ataques russos
A Ucrânia celebra nesta segunda-feira (24) uma reunião com seus principais aliados europeus, aos quais pede os sistemas de defesa antiaérea que precisa com urgência, além de exigir uma pressão maior sobre a Rússia, em um momento de intensificação dos ataques russos. Em sua primeira viagem internacional desde que assumiu o cargo de primeiro-ministro britânico, Andy Burnham desembarcou em Kiev, assim como o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Outros governantes, como o presidente francês, Emmanuel Macron, participarão por vídeo das discussões, que acontecem em um cenário de intensificação da guerra, quatro anos e meio após a invasão russa, em 24 de fevereiro de 2022. A "Coalizão de Voluntários", criada por iniciativa franco-britânica para reunir países dispostos a enviar forças de paz à Ucrânia em caso de cessar-fogo, virou um fórum de apoio aos ucranianos diante da incerteza sobre o apoio dos Estados Unidos a Kiev durante a presidência de Donald Trump. Em resposta aos bombardeios russos, a Ucrânia multiplicou os ataques contra infraestruturas logísticas na Rússia. Durante a noite, armazéns de uma plataforma de comércio eletrônico foram atingidos no sul da Rússia e a queda dos escombros perto de um deles causou a morte de duas crianças e feriu outras sete, segundo as autoridades locais. Nas últimas semanas, as forças russas lançaram contra Kiev ondas de mísseis balísticos que deixaram dezenas de mortos. O presidente russo, Vladimir Putin, assumiu no sábado a intensificação dos ataques contra o território ucraniano. Kiev "abriu a caixa de Pandora" ao atacar a economia russa e, em resposta, Moscou prevê como alvos, entre outras coisas, as exportações agrícolas ucranianas, afirmou. Negociações estagnadas Após os ataques, o presidente ucraniano Volodimir Zelensky fez um apelo aos aliados de seu país para que reforcem as defesas aéreas de Kiev. "A Rússia não deve ter qualquer dúvida sobre a nossa determinação", afirmou Burnham antes de chegar a Kiev. "Não cederemos até que seja estabelecida uma paz justa e duradoura", acrescentou. A União Europeia (UE) anunciou nesta segunda-feira um novo pacote de ajuda de 6,1 bilhões de euros (7,1 bilhões de dólares, 36 bilhões de reais) para a Ucrânia, com o objetivo de fortalecer sua defesa antiaérea e aumentar seus estoques de mísseis e munições. Porém, os esforços diplomáticos para acabar com o pior conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial estão estagnados. A Rússia exige amplas concessões territoriais que a Ucrânia se recusa a aceitar, por considerar que isso apenas abriria caminho para novos ataques. Analistas esperam que Burnham anuncie em Kiev a autorização para que a empresa de defesa MBDA compartilhe informações confidenciais que permitam à Ucrânia produzir localmente o míssil de cruzeiro de longo alcance franco-britânico Scalp. A Rússia já reagiu e afirmou que o Reino Unido "impede" a paz na Ucrânia ao fornecer a Kiev as informações necessárias para a produção dos mísseis e ameaçou destruir as instalações de fabricação do armamento. Por sua vez, Emmanuel Macron prometeu no sábado que o país entregaria a Kiev novos mísseis interceptadores. Os mísseis balísticos lançados pela Rússia são extremamente rápidos e seguem uma trajetória parabólica em grande altitude que dificulta sua interceptação. As armas de fabricação ucraniana não permitem interceptá-los, o que significa que Kiev depende de sistemas avançados procedentes do exterior, em especial os Patriot americanos. Ao mesmo tempo, Kiev acelerou sua campanha de ataques de longo alcance contra alvos do setor de energia e logística russos, incluindo refinarias de petróleo e centros de distribuição. Zelensky afirmou que Kiev tenta atacar as plataformas de lançamento dos mísseis balísticos russos. O presidente ucraniano declarou que recebeu 675 mísseis Patriot em 2023, contra 364 em 2025 e 264 em 2026. Os Estados Unidos enfrentam uma escassez destes mísseis devido à guerra contra o Irã e, por isso, relutam em fornecer grandes quantidades à Ucrânia. Zelensky disse que a Rússia consegue produzir quase 100 mísseis balísticos por mês. As mortes de civis atingiram os níveis mais elevados desde os primeiros meses da invasão, segundo a ONU. Antes da reunião, Zelensky anunciou um novo acordo de drones com a Noruega, o que "reforça a cooperação entre nossos setores de defesa". AFP
2026-08-24 11:37:59

ARTÍCULO LITERARIO DEDICADO A MUHAMMAD ALI ES INCORPORADO A LA COLECCIÓN DE SU MUSEO
Cuadro conmemorativo del artículo "El vuelo eterno del 'Rayo' de Louisville" en El Informante, junto a la membresía honoraria del Muhammad Ali Center otorgada a Piña. ‎En un hecho que llena de orgullo a la familia de El Informante, el trabajo de nuestro compañero Franklin Piña ha cruzado fronteras para formar parte de la memoria histórica de una de las leyendas más grandes del deporte mundial, como Muhammad Ali. El sociólogo Justiniano Vásquez hace entrega formal a Shenequa Person del cuadro. ‎A propósito de cumplirse el pasado 10 de junio diez años del fallecimiento del célebre ex campeón mundial de los pesos pesados, Piña escribió un sentido artículo titulado, "El vuelo eterno del 'Rayo' de Louisville", publicado originalmente en la web de El Informante. El texto es un homenaje a la grandilocuencia boxística del "Más Grande", profundizando en su impacto social, su lucha por los derechos civiles y la marcada influencia que dejó en el deporte y en la cultura universal. ‎El trabajo impreso fue formalmente consignado este domingo 23 de agosto en calidad de donación al Muhammad Ali Center, el museo y centro cultural ubicado en Louisville, Kentucky, ciudad natal del boxeador, siendo recibido por Shenequa Person en representación de la institución. ‎La entrega estuvo a cargo del sociólogo caroreño Justiniano Vásquez Herrera, quien estuvo acompañado durante esta misión por su sobrino, el abogado Darwin Vásquez. Antes de ser consagrada en el acervo institucional, la publicación superó una rigurosa evaluación que ratificó su estricto apego a las exigencias normativas y curatoriales de la directiva y el equipo del Muhammad Ali Center. ‎Con esta incorporación, nuestro compañero Franklin Piña ahora tiene un artículo colgado en la sala de prensa del museo, representando un acontecimiento relevante para la literatura deportiva regional. Asimismo, desde ayer sábado, Piña forma parte formalmente de la membresía del museo, registrado bajo la nomenclatura MAC-O064471. Que las líneas redactadas desde nuestra web reposen hoy en el lugar destinado a preservar la memoria del mítico pugilista, reafirma el alcance y la calidad de la labor intelectual que se realiza en nuestra región. ‎Desde El Informante celebramos este logro que enaltece el nombre de nuestro medio y del talento literario de nuestra gente. ‎ Darwin Vásquez, Shenequa Person y Justiniano Vásquez una vez cumplida la misión de entrega. ‎Texto: Yóselin Álvarez.- ‎Fotos: Cortesía Muhammad Ali Center ‎ ‎
2026-08-24 11:33:47

Prisão de publicitário que trabalhou para Bolsonaro desata denúncias em Argentina e Bolívia
DANIELA ARCANJO BUENOS AIRES, ARGENTINA (FOLHAPRESS) A prisão do publicitário argentino Fernando Cerimedo, na última terça-feira (18), desatou denúncias de corrupção nos governos de Javier Milei, em seu país natal, e de Rodrigo Paz, na Bolívia -dois dos líderes que compõem a lista de políticos latino-americanos de direita e ultradireita para quem o profissional trabalhou nos últimos anos. Os possíveis escândalos, no entanto, não são a razão de sua prisão, ao menos à primeira vista. Acusado de ser o autor intelectual de uma tentativa de homicídio contra sua ex-companheira, Cerimedo foi detido no aeroporto internacional de Viru Viru, em Santa Cruz de la Sierra, quando tentava pegar um voo para Buenos Aires. Nadia Beller, 33, está internada na Clínica Las Américas, também em Santa Cruz de la Sierra, desde a noite de segunda-feira (17), quando dois homens desconhecidos atiraram contra ela e levaram seus pertences. Ela está na UTI após passar por uma cirurgia para retirada de fragmentos de projéteis do corpo. Em diversas entrevistas para meios de comunicação, Beller disse que o roubo foi, na verdade, um atentado motivado por tudo o que ela sabe a respeito dos negócios do ex-parceiro, a quem também acusa de tê-la agredido em outras duas ocasiões. "Devido à minha relação com Fernando Cerimedo, testemunhei os negócios obscuros realizados pela gestão Paz, pela esposa de Paz e pela família dela, com ele atuando como seu agente", afirmou Beller ao jornal El País. "Fernando me disse que a irmã de Milei estava envolvida em corrupção", continuou. Em relação ao governo da Bolívia, Beller diz que Paz e sua esposa, María Elena Urquidi, têm "negócios com gasolina, diesel e ouro" e que o pagamento a Cerimedo é feito não com um salário, mas por meio de contratos com grandes empresas, de forma ilícita. Ela diz também que Cerimedo "comanda um grupo de elite da polícia que pretendia prender Evo Morales", ex-presidente boliviano que está em uma selva na região de Cochabamba. Em suas redes sociais, Paz prestou solidariedade à vítima, sem mencionar suas denúncias. "Instruí as autoridades competentes a conduzirem uma investigação completa, transparente e exaustiva até que os fatos sejam totalmente esclarecidos", afirmou o presidente. Já seu porta-voz, José Luis Gálvez, disse que não serão toleradas "acusações infundadas que carecem de provas conclusivas". Quanto ao governo da Argentina, Beller afirma, de acordo com o jornal La Nación, que Milei "tinha um círculo íntimo muito corrupto" e que Natalia Basil, ex-esposa de Cerimedo, foi a responsável por vazar, em agosto do ano passado, áudios que mencionam supostos subornos na Agência Nacional para Pessoas com Deficiência, onde trabalhava. Beller diz não saber detalhes sobre o caso, um dos principais escândalos de corrupção do governo Milei. "Só sei, por ele, que a irmã de Javier Milei estava envolvida", afirmou ao jornal argentino em referência a Karina, secretária-geral da Presidência. "Fernando me disse que as gravações eram reais e que haviam sido vazadas para que o caso não ficasse impune. Que sua ex-esposa não era corrupta." O governo Milei não se pronunciou diretamente sobre as acusações de Beller, mas vem compartilhando publicações irônicas sobre o caso. Uma delas mostra a foto da mulher com o seguinte texto: "Você leva três tiros nas costas, mas aparecem quatro ferimentos no seu peito e, milagrosamente, seis horas depois você está apto a falar e dar entrevistas. Uma farsa completa". Sobre o suposto atentado, Beller afirma que foi Cerimedo quem a convenceu a ir a um encontro na segunda. Já no hospital, falou com o ex-parceiro. "Eu disse a ele que ele havia tentado me matar. Perguntei: 'Foi você?'. Ele me disse que eu não podia pensar isso, que me amava, que viria me ver. Mas a polícia nos disse que, na verdade, ele estava tentando viajar para a Argentina com uma mochila cheia de dinheiro", afirmou, ainda ao La Nación. Por meio de sua defesa, Cerimedo nega ter envolvimento. "Ouso dizer que foi um ataque autoinfligido", afirmou a advogada Margarita Arce à Radio Rivadavia, nesta quarta. "Acreditamos que ela orquestrou tudo para causar esses ferimentos e também para incriminar Fernando Cerimedo, que é muito próximo de Rodrigo Paz." Quando trabalhou para a vitoriosa campanha de Milei, em 2023, Cerimedo já levava anos prestando serviços para políticos de diferentes colorações ideológicas na América Latina -ele é sócio, ao lado do empresário espanhol Javier Negre, do site ultradireitista La Derecha Diario, conhecido por publicar notícias falsas. Foram os resultados para políticos de direita e ultradireita, porém, que o colocaram em destaque -no currículo estão o ex-presidente argentino Mauricio Macri, a campanha contra a Constituição do Chile e até mesmo Jair Bolsonaro, no Brasil. Mais recentemente, além de Paz, ele trabalhou com Nasry Asfura, atual presidente de Honduras. Questionado em maio de 2023 pelo La Nación sobre seu trabalho com o ex-presidente brasileiro, Cerimedo emendou informações falsas. "Fui censurado no Brasil, de 5 de novembro até três semanas atrás, porque denunciei a fraude eleitoral", afirmou, em relação à acusação sem provas de que o pleito de 2022 teve irregularidades massivas. "O ataque foi totalmente planejado [pelo governo Lula], mesmo que haja indivíduos com problemas mentais e extremistas entre os bolsonaristas", continuou, mencionando outra teoria já desmentida. Sobre o trabalho para Milei, disse que não cobrava. "Estou dando uma mão para ele", afirmou. "Esta é a minha contribuição para o meu país." Cerimedo é acusado de tentativa de feminicídio, e os promotores pedem prisão preventiva de 180 dias para ele. A audiência em que o juiz analisaria a demanda deveria ter ocorrido nesta quinta, mas foi adiada para esta sexta-feira (21).
2026-08-21 02:54:55

Trump diz que protocolo de segurança o fez trocar de avião na Turquia após ameaça de morte
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta terça-feira (11) que uma ameaça de assassinato o levou a deixar a Turquia após a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), no mês passado, em uma operação sigilosa que teria envolvido a troca de aeronaves. "Eu sigo o que o Serviço Secreto e os militares dizem. Eles queriam que eu fosse em um voo diferente, em um avião diferente... Eu faço o que eles dizem... Acho que havia uma ameaça por aí. Eu não perguntei muito sobre isso. Eu recebo muitas ameaças", afirmou Trump a jornalistas, após um evento esportivo em Ohio. A Casa Branca informou que, na ocasião, Trump embarcou no Air Force One, mas ele teria viajado em outra aeronave militar após uma ameaça do Irã, segundo o jornal New York Post. De acordo com a reportagem, jornalistas e parte da equipe da Casa Branca acreditavam estar no mesmo avião do presidente. Trump acrescentou que enfrenta ameaças que o público nem chega a conhecer. "Qualquer presidente relevante recebe muitas ameaças. Presidentes irrelevantes não são ameaçados e eu acho que talvez eu seja o presidente mais relevante", disse. O republicano também afirmou que "adoraria" disputar a eleição presidencial de 2028, ao ser questionado sobre a possibilidade, mas ressaltou limitações legais."“A lei é muito rígida. Sou questionado por [todo mundo]... todo mundo quer que eu faça isso mas a lei é muito rígida", declarou. fonte: Estadão Conteudo
2026-08-12 11:06:35

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