Um diálogo extraído do celular do líder da facção venezuelana Tren de Aragua mostra que, até no mundo do crime, impera a boa e velha pechincha. Na troca de mensagens sobre a venda de armamento, um integrante do Comando Vermelho reclama do valor de R$ 3 mil de frete cobrado para transportar cada arma da região Norte até o Rio de Janeiro. Do outro lado da tela, Antônio Cabrera Soterano, o Tio Antônio, chefe do grupo venezuelano no Brasil, não dá margem para negociação: “C., meu irmão, você é o que está saindo com o frete mais barato. Porque está pagando só uma porcentagem para os caras que dirigem. Imagina quando antes pagava o frete completo, mano”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
2026-07-05 06:30:20